
Quando eu fui a primeira vez lá, ele era bem diferente. Essa parte aí da frente já existia, e manteve-se igualzinha. Tudo muito divertido e sem exageros.

Mas essa aí atrás não tinha não. Tem cara de ser um espaço bem propício pra receber um aniversário, ou algo do gênero. Amigo secreto da firma não! Isso se faz em outros lugares. Aniversário, eu falei.

Agora, o lance que me deixou chocado mesmo, no bom sentido, foi esse mini-corredor que liga os dois ambientes. Acha que foram as prateleiras com coleção de garrafinhas e copinhos os responsáveis por esse impacto? Podia ser, tranqüilamente. Mas como diz o
Cesar Polvilho, "não é não".

Na verdade, pirei numa parede. Sim, numa parede. Essa parede que fica de frente pro balcão do corredorzinho, que teoricamente seria uma parede perdida, virou um fantástico cenário mexicano. Uma salva de palmas pro bom gosto (ou pra arquiteta) dos donos.

Feita essa introdução, nada mais justo do que falar nesses
nachos (nachos mesmo, sem essa de fazer com doritos)
del pueblo, com chilli, cheddar, tomates, azeitona e guacamole. Depois de provar essa guacamole eu conclui a usaria na minha sobremesa, no nescau, no pastel, no picolé, na pipoca, em tudo. É priceless.

E já que todo mundo tem os nachos como entrada, me fiz de louco e comunguei dessa opinião. Ainda mandei ver numas
chimichangas, que são umas
tortillas de trigo com feijão, queijo, tomate, cebola, pimentão e um recheio à definir. No meu caso, era de
carne de panela, porque sou louco por esse troço. Palmas pra mim, pela bela escolha.

Tava pensando na sobremesa. Daí me deu vontade de pedir um sorvetinho. Só que, ainda não seria o suficiente. Resolvi inovar e pedir uma
margarita de "sobremesa". E pedi ingenuamente, achando que viria umazinha qualquer. Que nada, quase chamei reforço pra derrubar essa, que além de ser megaestilosa e maravilhosa, era bem maior do que eu pensava. Tomei toda né, não ia desperdiçar.
Deixei cinquentão lá e fui pra casa com a certeza - e desejo - de que iria sonhar com jalapeños, guacamoles e tequilas. Não, tequilas não. Imagina se no meu sonho eu saio dirigindo depois de beber uma? Deusulivre, muito perigoso.
8 comentários:
todas vezes que vou peço o mesmo: nachos del pueblo e mojito. não tem erro!
Grande pedida! Além dos pratos comentados no post, os burritos são excelentes! Além disso, os preços são muito acessíveis e o atendimento é show de bola. Um dica interessante para que está na correria durante a semana é aproveitar o buffett que tem no almoço, inclusive com pratos mexicanos.
Abraços
Filipe
O Pueblo está para comida mexicana assim como o Sharin está para comida indiana. Ou seja, só arremedo...
Brasileiro não sabe comer spicy food, por isso tem essa mania irritante de transformar qualquer prato em comidinha doce.
DÁ-LHE GRÊMIO!!!
Fiquei apaixonada pela decoração do lugar! Bem tradicional mesmo, muito linda...
Beijinhos!
Hummmmm, faz tempo que não vou a um Mexicano e olhando essas fotos bateu uma vontade... Acho que pode ser a pedida para o final de semana!
Bjs,
Debora
Diogão, com o teu gosto, o próximo restaurante que você tem que ir aqui em São Paulo é o Obá ! Estivemos lá no sábado ( O Mingão estava junto!) num festival mexicano e coincidentemente comemos chimichangas também. E eles fazem comida thai também ! Portanto ....
Eu concordo com o Guilhermo, adoro o Pueblo, vou sempre lá, mas não é autentica comida mexicana, é bem diferente...
Tá rolando um Prêmio Dardos no mundo dos blogs e te passei um...dá uma olhada lá no blog para entender melhor (ainda não sei muito como esse negócio começou).
Abraços,
Bergamo
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