Sexta-feira, 8 de Agosto de 2008

Arriba Pueblo!

Eu adoro esse restaurante. Sou fissurado em comida mexicana. Mas mexicana mesmo, recuso imitações baratas. E o Pueblo traduz o tempero mexicano como poucos.

Quando eu fui a primeira vez lá, ele era bem diferente. Essa parte aí da frente já existia, e manteve-se igualzinha. Tudo muito divertido e sem exageros.

Mas essa aí atrás não tinha não. Tem cara de ser um espaço bem propício pra receber um aniversário, ou algo do gênero. Amigo secreto da firma não! Isso se faz em outros lugares. Aniversário, eu falei.

Agora, o lance que me deixou chocado mesmo, no bom sentido, foi esse mini-corredor que liga os dois ambientes. Acha que foram as prateleiras com coleção de garrafinhas e copinhos os responsáveis por esse impacto? Podia ser, tranqüilamente. Mas como diz o Cesar Polvilho, "não é não".

Na verdade, pirei numa parede. Sim, numa parede. Essa parede que fica de frente pro balcão do corredorzinho, que teoricamente seria uma parede perdida, virou um fantástico cenário mexicano. Uma salva de palmas pro bom gosto (ou pra arquiteta) dos donos.

Feita essa introdução, nada mais justo do que falar nesses nachos (nachos mesmo, sem essa de fazer com doritos) del pueblo, com chilli, cheddar, tomates, azeitona e guacamole. Depois de provar essa guacamole eu conclui a usaria na minha sobremesa, no nescau, no pastel, no picolé, na pipoca, em tudo. É priceless.

E já que todo mundo tem os nachos como entrada, me fiz de louco e comunguei dessa opinião. Ainda mandei ver numas chimichangas, que são umas tortillas de trigo com feijão, queijo, tomate, cebola, pimentão e um recheio à definir. No meu caso, era de carne de panela, porque sou louco por esse troço. Palmas pra mim, pela bela escolha.

Tava pensando na sobremesa. Daí me deu vontade de pedir um sorvetinho. Só que, ainda não seria o suficiente. Resolvi inovar e pedir uma margarita de "sobremesa". E pedi ingenuamente, achando que viria umazinha qualquer. Que nada, quase chamei reforço pra derrubar essa, que além de ser megaestilosa e maravilhosa, era bem maior do que eu pensava. Tomei toda né, não ia desperdiçar.

Deixei cinquentão lá e fui pra casa com a certeza - e desejo - de que iria sonhar com jalapeños, guacamoles e tequilas. Não, tequilas não. Imagina se no meu sonho eu saio dirigindo depois de beber uma? Deusulivre, muito perigoso.


Pueblo - Casa Mexicana
Av. Ijuí, 147 - Petrópolis
Porto Alegre/RS
Fone: (51) 3332.5540
www.pueblobar.com.br
Localização no Mapa

8 comentários:

marina disse...

todas vezes que vou peço o mesmo: nachos del pueblo e mojito. não tem erro!

Filipe Costa disse...

Grande pedida! Além dos pratos comentados no post, os burritos são excelentes! Além disso, os preços são muito acessíveis e o atendimento é show de bola. Um dica interessante para que está na correria durante a semana é aproveitar o buffett que tem no almoço, inclusive com pratos mexicanos.

Abraços

Filipe

Guillermo disse...

O Pueblo está para comida mexicana assim como o Sharin está para comida indiana. Ou seja, só arremedo...

Brasileiro não sabe comer spicy food, por isso tem essa mania irritante de transformar qualquer prato em comidinha doce.

DÁ-LHE GRÊMIO!!!

Mari Rezende disse...

Fiquei apaixonada pela decoração do lugar! Bem tradicional mesmo, muito linda...
Beijinhos!

Brincando de Chef disse...

Hummmmm, faz tempo que não vou a um Mexicano e olhando essas fotos bateu uma vontade... Acho que pode ser a pedida para o final de semana!
Bjs,
Debora

Eduardo Luz disse...

Diogão, com o teu gosto, o próximo restaurante que você tem que ir aqui em São Paulo é o Obá ! Estivemos lá no sábado ( O Mingão estava junto!) num festival mexicano e coincidentemente comemos chimichangas também. E eles fazem comida thai também ! Portanto ....

Mel disse...

Eu concordo com o Guilhermo, adoro o Pueblo, vou sempre lá, mas não é autentica comida mexicana, é bem diferente...

Bergamo disse...

Tá rolando um Prêmio Dardos no mundo dos blogs e te passei um...dá uma olhada lá no blog para entender melhor (ainda não sei muito como esse negócio começou).
Abraços,
Bergamo